Quanto você vale? (Motivação)

 

Um famoso conferencista começou um seminário segurando uma nota de 20 dólares.

Numa sala com 200 pessoas, ele perguntou:

Quem quer esta nota de 20 dólares?

Mãos começavam a erguer-se quando ele disse:

Eu darei esta nota a um de vocês, mas, primeiro, deixem-me fazer isto.

Então ele amassou a nota. E perguntou, outra vez:

– Quem ainda quer esta nota?

As mãos continuaram erguidas.

– Bom! – disse ele – e se eu fizer isto?

E deixou a nota cair, pisou nela e começou a esfregá-la contra o chão.

Depois pegou a nota, agora imunda e amassada, e perguntou:

– E agora? Quem ainda quer esta nota?

Todas as mãos permaneceram erguidas.

– Meus amigos, todos devemos aprender esta lição: não importa o que eu faça com o dinheiro, vocês ainda irão querer esta cédula, porque ela não perde o valor. Ela sempre valerá 20 dólares.

E continuou:

– Pois é! Essa situação também se dá conosco…

Muitas vezes, em nossas vidas, somos amassados, pisoteados e ficamos sujos por decisões que tomamos ou pelas circunstâncias que vêm em nossos caminhos. E, assim, ficamos nos sentindo desvalorizados, desmotivados, sem importância.

– Porém, creiam, não importa o que aconteceu ou o que acontecerá, jamais perderemos o nosso valor perante Deus. Quer estejamos sujos, quer estejamos limpos, quer amassados ou inteiros, nada disso altera a nossa importância, a nossa valia.

– O preço de nossas vidas não é pelo que fazemos ou sabemos, mas pelo que somos. E somos muito especiais.

 

Fonte: http://vontadeepensamento.blogspot.com.br/2017/05/textos-motivacionais.html

 

Beijos, Luciene Lima.

Caderno Terapêutico e Listografia - EQUILÍBRIO EMOCIONAL

 


Quais são as pessoas que ficaram com mãos machucadas por você?(Motivação)

 

Um jovem de nível acadêmico excelente, havia estudado na melhor faculdade da região, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa.

Passou a primeira entrevista, passou a segunda, terceira. E o diretor fez a última entrevista e tomou a última decisão.

O diretor descobriu através do currículo que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.

O diretor perguntou, ” Meu jovem Tiveste alguma bolsa na escola?” o jovem respondeu, “nenhuma Senhor”.

O diretor perguntou, “Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades ?” o jovem respondeu, “O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades.”

O diretor perguntou, “Onde trabalha a tua mãe filho ?” e o jovem respondeu,

“A mãe lava roupa pra fora…”

O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas.

O diretor olhou por cima de seus óculos… e perguntou,

“Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as roupas?”,

O jovem respondeu, “Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu.”

O diretor disse, “Eu tenho um pedido filho. Hoje, quando voltares, vai e cura os ferimentos das mãos da tua mãe, e depois vem me ver amanhã de manhã.”

O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse cuidar de suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho.

O jovem cuidou lentamente das mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia.

Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões nas suas mãos.Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpava com água.

Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e o seu futuro.

Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe. Naquela noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor. O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou, ” Me Diga meu jovem , o que fez e aprendeu ontem em tua casa?”

O jovem respondeu, “Eu cuidei das mãos da minha mãe, e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram.”

O diretor pediu, “Por favor diz-me o que sentiu.”

O jovem disse:

“Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje.

Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto.

Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar.”

O diretor disse, “Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Estás contratado.”

Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

Reflita hoje… Quais são as pessoas que ficaram com mãos machucadas por mim…

 

Fonte: http://radiorainhadapaz.com.br/artigo/quais-sao-as-pessoas-que-ficaram-com-maos-machucadas-por-voce

 

Beijos, Luciene Lima.

Bomba: TJSP expirou!

 


O que fazem os vencedores e os perdedores? (Motivação)

 

Uma inteligente reflexão que mostra como alguns vencem na vida e outros não. Será que as pessoas vencem por sorte? Leia para refletir: 

Será que o principal ingrediente para o sucesso na vida é a sorte? Acompanhe a história desses dois irmãos abaixo e veja o que fez a diferença na vida de um  e de outro:

 

Conta-se que certa vez dois irmãos foram admitidos em uma Empresa na função de faxineiro, visto que tinham pouca instrução.

Um dia, foi oferecida a oportunidade para todos que a quisessem de, após o término do expediente, ficar até mais tarde e cursar o supletivo por conta da Empresa.

Um dos irmãos imediatamente agarrou esta chance. O outro, porém, acomodado à própria situação, disse: Eu, hein, fazer hora-extra sem receber para isso…

Em outras ocasiões, a história se repetiu: oportunidades eram oferecidas – cursos de digitação, informática, noções de contabilidade, treinamentos em relacionamento humano, etc. – um agarrava de frente a oportunidade, investindo seu tempo no desenvolvimento pessoal e profissional; o outro, sempre com “belas” justificativas para não ser “explorado”, apresentava desculpas das mais diversas tais como: E o meu futebol, meu programa de televisão, o barzinho com os “amigos”, etc…

Passado algum tempo, aquele irmão que investira seu tempo com afinco em seu aperfeiçoamento foi se destacando… Tanto que à medida que foram surgindo vagas dentro da Empresa, a ele eram oferecidas. E isto o exigia mais ainda em empenho, e prontamente ele dedicava-se mais e mais…

Tempos depois, chegou a gerente, não apenas mais um gerente mas sim o melhor gerente da Empresa.

E foi feita uma festa em homenagem ao rapaz.

Na festa, alguém que não sabia do parentesco entre o ainda faxineiro e o então gerente, aproximou-se daquele e disse: Formidável este gerente!

É… e ele é meu irmão… – disse o faxineiro.

Seu irmão? – exclamou, incrédulo, o interlocutor – E ele é gerente e você faxineiro…

É… na vida ele teve sorte…! – concluiu o faxineiro.

É engraçado, mas parece que na vida as vezes vemos pessoas que vencem, conquistam e ganham, mas sempre tem alguém pra dizer que foi o fator sorte.

É claro que existe sorte, mas não estaria á sorte ao lado de quem faz acontecer?

 

Fonte:http://www.refletirpararefletir.com.br/textos/parabola-o-que-faz-os-vencedores-e-os-perdedores-sorte-nao-e-tudo

 

 Beijos, Luciene Lima.