Blog da Cátia Pipoca - Dicas de Concursos Públicos

Um certo Concurseiro - nós.


No nosso meio é tanto cansaço extremo. Cobranças externas, e as internas que fazemos entre nós. Padecemos com olhares de desaprovação entre familiares e amigos que não entendem esta sede insaciável que nos empurra cada vez mais neste mundinho que criamos, só nosso, em uma redoma de vidro.
Deixamos tanto pra trás sem pestanejar. Muita coisa se perde, é o preço que pagamos. Quantas vezes, em momento de fraqueza, não nos questionamos se estaríamos certos agindo assim em deixar de lado as coisas boas da vida.
Mas, o que é o conceito de bom? (respondendo nós mesmos, logo em seguida). Senão aquilo que alegra o coração, é alcançar um sonho!
Patinamos, derrapamos, despencamos, e ainda assim, apesar de atordoados, encontramos forças pra continuar sem ter entre os nossos o apoio suficiente. Vem de dentro, inexplicável de onde brota tanta energia deste nada após uma derrota. Quando achamos que é o fim, mais a frente descobrimos outras brechas e razões maiores para recomeçar! Como explicar? É mágico. Nunca vi em canto algum tanta garra quanto a que vejo no nosso meio. A sensação que temos é como andar em cima de pregos, e sangrando, não paramos, ainda que pausadas necessárias pra retomar o fôlego, e é breve.
Parece que quase tudo lá fora joga contra. Torce contra. Como se um "monstro" ficasse á porta aguardando de plantão a iminente queda que ele previu. Céticos, não compramos essas ideias, nossa Fé vai muito além disso. Já possuímos inimigos suficientes para nos humilhar, subestimar. Por isso devemos, entre nós, estreitar cada vez mais laços de amizade, fraternidade e lealdade. Por que é isso que nos faz a NATA, a diferença entre tantos afora. Verdadeiros Guerreiros. Não temos tempo pra julgar ninguém, tampouco menosprezar outro igual a nós. Estaríamos praticando a mesma conduta que sofremos daqueles que não entendem nossos objetivos. Nos chamam de cegos e loucos. Eu, enxergo QUERUBINS entre professores e alunos Concurseiros. A verdadeira cegueira se aloja naquele que nunca bebeu desta fonte, nos orgulhosos, soberbos, de visão limitada. Entendo de certa maneira tanta discriminação, pois o caminho que trilhamos possui um horizonte declive, parece que não tem fim, de queda previsível, entretanto, é capaz de ver aqueles que sabem olhar com a alma e o coração. Vê além, peito apertado, dores no corpo, olhos rasos d'agua, dores nos braços, dores nas costas, olheiras profundas, pilhas de livros e outras de cadernos, muita força de vontade, suspiramos, e seguimos sempre em frente! Sem olhar, ou se lastimar o que deixou pra trás. Vamos nos espalhando e nos juntando á medida que perdemos ou ganhamos algo.
De tudo não há dúvida entre as tempestades. Mais dia, menos dia, chegaremos lá.

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