Blog da Cátia Pipoca - Dicas de Concursos Públicos

Um grande Tema: Dá para conciliar paixões avassaladoras e os estudos para os Concursos Públicos?



Um grande Tema: Dá para conciliar paixões avassaladoras e os estudos para os Concursos Públicos? Eis a questão. No fundo sabemos que os dois são um vício, um no começo é uma delícia e supre a carência de maneira momentânea, o segundo, não é tarefa fácil enfiar no meio da nossa rotina, pegar nos trancos, ter disciplina, entretanto, é duradouro. Então por que é que muitos Concurseiros ainda lamentam em demasia a carência?

Paixões doem, machucam, achamos que estamos felizes, mas é ilusão, nos cega, suga, nos deixa fracos e sem luz.
É como qualquer outro vício. Sabe que te faz mal, contudo; não consegue abrir mão, não tem forças para abdicar.

É meus Caros, somos Humanos, não é fácil "robotizar", sacrificar. Todos almejam o cargo, mas vence e consegue apenas os mais FORTES! Começamos com uma multidão de adeptos e simpatizantes, mas com o passar dos dias, meses ou até anos, olhe para trás e verá apenas alguns gatos pingados com a Língua de fora pedindo água no deserto do Saara.
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Então se aquele seu "cacho" não vingou. Levante as mãos para o Céu. Porque é Deus trabalhando em seu favor. Deseja ser Servidor Público? pediu tanto que os anjos estão a postos te dando aquela ajudinha, arrancando toda erva daninha do caminho para que não perca o FOCO. Portanto, PARE DE RECLAMAR. vamos?! Mãos a obra!! Ainda há muito o que fazer! DEUS SABE O QUE FAZ. Desfaça esse bico e vá fazer o dever de casa!

2 comentários:

Anônimo disse...

Estranhamente, paixões (de naturezas diversas) podem servir de grande estímulo para perseguir algum objetivo; decerto que trata-se aqui de uma “paixão avassaladora”, tipo bem definido, contudo, essa paixão pode também servir de impulso em direção a qualquer meta que se deseje alcançar, isso para os que sabem se valer do momento; poucos sabem. Fato é que é possível conseguir determinação e coragem pra encarar desafios de várias formas: necessidade, busca de superação de fracassos prévios, vingança, desilusão, raiva, ou mais comumente, vontade mesmo; o ser humano é capaz de, genialmente, encontrar motivação nas mais variadas razões, e, por mais indignas que pareçam algumas das razões citadas, há de se perguntar: e se, de fato, os fins justificarem os meios? Tachar uma paixão de vício, embora não seja de todo errado, é talvez uma opinião de singular simplismo; todo ser humano é movido a paixões, algumas nobres, outras nem tanto, outras inqualificáveis.[Paixões doem, machucam, achamos que estamos felizes, mas é ilusão, nos cega, suga, nos deixa fracos e sem luz. É como qualquer outro vício. Sabe que te faz mal...]. Uma paixão não necessariamente cega, enfraquece, ilude, e se assim acontece, algo de errado há com o sujeito de tal paixão; não deve ser encarada como algo que tenta te dominar, mas como uma circunstância que você pode alterar, adequar, usar em benefício próprio. Se vencem e conseguem apenas os mais FORTES, assim é não por que tenham ignorado ou se esquivado de suas paixões, mas sim, por que são fortes também pra não se deixarem domar por elas. Paixão por alguém? Sofrimentos eventuais? Sofrimento constante? Carência afetiva angustiante? Aos fortes somente boas razões pra seguir, sofrimento e provação são elementos essenciais para o crescimento espiritual (ou algo similar) de qualquer um; a verdadeira força não é seletiva, não se dirige a isso ou aquilo, não se trata de escolher um obstáculo para superar em detrimento de outros, mas si de derrubá-los todos. Paixões acontecem, e não se deve encará-las como um mal, e sim vivenciá-las como uma experiência da aventura de ser humano; vício, qualquer que seja, não está no objeto que, não tem vontade própria, mas no sujeito, que é quem decide até que ponto se deixa vencer. Apaixone-se, por alguém, por algo, as paixões nos movem, movemos o mundo; faça do seu objetivo uma paixão, e da paixão seu combustível, e saiba dosar a intensidade de tal paixão pra não gastar todo o combustível e ficar pelo meio do caminho. Sabiamente, apaixone-se pela vida.

CatiaPipoca disse...

Bela dissertação Caro colega Anônimo. Concordo de forma relativa. Contudo, a paião a que me refiro é a doentia mesmo. Não me aprofundei para não se tornar uma leitura cansativa.
Teríamos muitas coisas para escrever e depois debater, não é mesmo?
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Sim, óbvio, somos movidos pela Paixão.
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Mas nem todos adjetivos que há empregnado nela nos faz bem.
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Reflita.
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Grande abraço. Agradeço o belo comentário.