As sete maravilhas do mundo (Motivação)


Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:
 
  • O Taj Mahal
  • A Muralha da China
  • O Canal do Panamá
  • As pirâmides do Egito
  • As sete maravilhas do mundo
  • O Grand Canyon
  • O Empire State Building
  • A Basílica de São Pedro
 
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta.
A menina, não tinha virado sua folha ainda.
 
O professor então perguntou a ela se tinha problemas com sua lista.
A menina quieta respondeu:
 
- Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.
 
O professor disse:
 
- Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.
 
A menina hesitou, então leu:
 
- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1 - Ver
2 - Ouvir
3 - Tocar
2 - Provar
5 - Sentir
6 - Rir
7 - E amar...
 
A sala então ficou completamente em silêncio...
 
Você já fez contato com as maravilhas do mundo que estão dentro de você?


Beijos, Luciene Lima.


A crise (Motivação)


Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente. Ele não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia o melhor cachorro quente da região. Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava.
As vendas foram aumentando e, cada vez mais, ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.
E o negócio prosperava e prosperava...
Seu cachorro quente era o melhor! Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país.
Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo, agradando e prosperando e teve uma séria conversa com o pai.
- Pai, então você não ouve radio? Você não vê televisão? Não acessa a Internet e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Está tudo ruim. O Brasil vai quebrar!
Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: “Bem, se meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isto, então só pode estar com a razão!”
Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e é claro, pior). Começou a comprar salsichas mais barata (que era, também, a pior). Para economizar, parou de fazer cartazes de propaganda na estrada.
Abatido pela noticia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.
Tomadas essas “providências”, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar Economia na melhor faculdade… quebrou.
O pai, triste, então falou para o filho: “Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise”.
E comentou com os amigos, orgulhoso: “Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar economia, ele me avisou da crise…”
Aprendemos uma grande lição:
Vivemos em um mundo contaminado de más noticias e se não tomarmos o devido cuidado, essas más noticias nos influenciarão a ponto de roubar a prosperidade de nossas vidas.


Beijos, Luciene Lima.

Acreditar e agir (Motivação)


"Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas, imaginando uma forma de chegar até o outro lado, aonde era o seu destino. Suspirou, profundamente, enquanto tentava fixar o olhar no horizonte.
"Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas, imaginando uma forma de chegar até o outro lado, aonde era o seu destino. Suspirou, profundamente, enquanto tentava fixar o olhar no horizonte.

A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.

O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente, percebeu haver letras em cada remo.

Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro, agir.

Não contendo a curiosidade, perguntou ao barqueiro o motivo daqueles nomes nos remos.

O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco começou a dar voltas, sem sair do lugar. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir, e remou com todo vigor. Novamente, o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.

Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo, e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem. O barqueiro disse ao viajante:

- Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.

Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo, e com a mesma intensidade: acreditar e agir”.

Fonte: http://www.soniajordao.com.br/detalhes.php?id=640

Beijos, Luciene Lima.