Como atingir a meta (Motivação)


Muita gente quer atingir a meta sem ter saído do ponto de partida.
Querem ser alguma coisa, fazer sucesso, sem ter feito alguma coisa para isso.
Há ainda os que caminham na direção contrária.
Em busca de alegria, alimentam-se de sensacionalismo mórbido.
Querem paz, mas buscam agitação e ruído.
Querem a paz para o mundo, mas introduzem a guerra em casa e em família.
Querem desenvolver uma personalidade forte, mas vivem amarrados aos convencionalismos sociais.
Querem saber muita coisa sem nada estudar.
Querem ser amados sem amar, sem aumentar o amor em seu coração.
Querem ser ouvidos, mas não ouvem.
Querem a saúde, mas envenenam o corpo e a mente.
Querem que o mundo melhore, mas não melhoram seu pequeno mundo.
Querem justiça, mas são injustos.
Querem chegar a algum lugar sem sair do seu casulo.
Se você quer alcançar um fim, precisa usar os meios.
Se você quer atingir a meta, decida-se a partir.

Se sua meta é o sucesso nos relacionamentos, sucesso profissional, enfim, sucesso na vida, corra atrás!


Beijos, Luciene Lima.

Consertando o homem (Motivação)



Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de diminuí-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas.
Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista nervoso pela interrupção tentou que o filho fosse brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível retirá-lo dali, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção.
De repente deparou-se com o mapa do mundo, o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:
– Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.
Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa.
Algumas horas, depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente.
– Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar todinho!
A princípio o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho  digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz?
– Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?
– Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.


Beijos, Luciene Lima.

A forca (Motivação)

Havia um homem muito rico, tinha grandes fazendas, carros, vários empregados e muito dinheiro. Tinha um único filho que ao contrário do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos.
O que ele mais gostava era fazer festas e estar com seus amigos. Seu pai sempre advertia, falando que esses amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer e depois o abandonariam. O filho não dava a mínima atenção aos conselhos de seu pai.
Um dia o velho pai, já avançado na idade disse os seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro dele, fez uma forca e junto a ela uma placa com os dizeres: “Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai”.
Mais tarde chamou o filho e o levou até o celeiro e disse:
– Meu filho, eu já estou velho e em breve você assumirá tudo o que é meu, e sei qual será o seu futuro. Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar de você. E quando você não tiver mais nada, vai arrepender-se amargamente de não ter me dado ouvidos. É por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para você, quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela.
O jovem riu, achou absurdo, mas para não contrariar o pai prometeu e pensou que jamais isso iria acontecer.
O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu amigos e a própria dignidade. Desesperado e aflito começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer:
– Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, não estaria nesta situação. Mas agora é tarde demais!
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava, a passos lentos se dirigiu até lá e entrando viu a forca e a placa empoeirada e disse:
– Eu nunca segui as palavras de meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos desta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada.
Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço e disse:
– Ah, se eu tivesse uma nova chance.
E então pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta. Mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no chão e sobre ele caíram joias, esmeraldas, diamantes, ouro, a forca estava cheia de pedras preciosas e um bilhete que dizia:
– ESSA É A SUA NOVA CHANCE, EU TE AMO MUITO. SEU PAI!!!”


Beijos, Luciene Lima.